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O que é e como funciona a Teleconsulta – medicina em tempos do Covid-19

O que é e como funciona a Teleconsulta – medicina em tempos do Covid-19

Regulamentada às pressas no País por causa do surto de covid-19, a telemedicina teve nas duas últimas semanas uma explosão em número de atendimentos. As consultas a distância entraram na rotina de hospitais, operadoras e clínicas. Em alguns casos, a demanda pela teleconsulta aumentou sete vezes em 15 dias, segundo levantamento do jornal O Estado de S. Paulo com empresas que oferecem a modalidade.

Por resistência principalmente de conselhos regionais de medicina, atendimentos online não eram permitidos no Brasil até março. No dia 19, com a escalada da covid-19 e a necessidade de reduzir a ida desnecessária a prontos-socorros, o Conselho Federal de Medicina (CFM) liberou, temporariamente, atendimentos virtuais para triagem e monitoramento de pacientes em isolamento. No dia 20, o ministério editou portaria em que regulamentava a prática.

Umas das frentes da telemedicina, a teleconsulta, como o próprio nome indica, é uma consulta médica em que o paciente encontra-se distante fisicamente do profissional de saúde. Apesar das vantagens, essa modalidade ainda não tem uma regulamentação específica no Brasil e é permitida apenas para discussão de casos clínicos entre profissionais da saúde.

Durante a pandemia mundial de Covid-19, o Conselho Federal de Medicina (CFM) abriu uma exceção, permitindo este tipo de atendimento. Neste cenário mundial, a teleconsulta não só é fundamental para manter pacientes, principalmente aqueles em grupo de risco, protegidos em casa, como ajuda a desafogar o sistema de saúde. A consulta online também amplia a oferta de especialistas a comunidades em áreas remotas que têm carência destes profissionais.

A aplicação do termo teleconsulta, por vezes, é feita de maneira equivocada entre instituições de saúde no país. Há algumas que divulgam o serviço como sendo o agendamento facilitado de consultas pelo telefone, em que uma central de processamento coordena a distribuição de horários vagos, ou mesmo por meio de agendas compartilhadas online.

Para elucidar o tema, neste artigo vamos explicar o que é e como funciona o atendimento via teleconsulta, os limitadores da aplicação da modalidade no Brasil, o que uma clínica médica precisa para realizar este tipo de atendimento e os serviços de teleconsulta disponibilizados pela Portal Telemedicina durante a pandemia do novo coronavírus.

Diante da pandemia no novo coronavírus, em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta que as pessoas fiquem em casa para evitar a propagação da Covid-19, a telemedicina se fortalece como uma das grandes aliadas para auxiliar no atendimento sem expor pacientes a riscos desnecessários. Por meio da consulta online, médicos podem atender e repassar orientações, prescrições e encaminhamentos à distância, ajudando também a desafogar o sistema de saúde.

Durante o enfrentamento da doença, o Conselho Federal de Medicina (CFM) liberou a realização de teleorientação, teleinterconsulta e telemonitoramento. Desta forma, médicos poderão implementar ferramentais digitais em seus consultórios para atender aos pacientes por intermédio de plataformas seguras.

teleconsulta ajuda a preservar a saúde, principalmente de pacientes em grupos de risco, e dá mais agilidade ao atendimento. Alguns serviços disponibilizam acesso a outros especialistas em tempo real, o que permite que um clínico-geral, por exemplo, possa contatar um pneumologista ou cardiologista para debater a situação do paciente de forma dinâmica.

Para tornar o seu consultório médico digital, tudo o que você precisa é de um sistema inteligente e seguro que garanta a criptografia de dados enviados pelos pacientes, conforme estabelecido na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), além do armazenamento seguro destas informações.

Nova resolução permite consulta online

Criada com o objetivo principal de ampliar a capacidade de atendimento médico e de levar especialistas até comunidades remotas ou distantes geograficamente, a telemedicina é uma importante aliada, principalmente em tempos de crise. Várias práticas fazem parte deste conceito de atendimento à distância.

O tema, porém, ainda é discutido no Conselho Federal de Medicina (CFM) que, em 2019, chegou a regulamentar a atividade, porém recuou e adiou a decisão após pressão dos conselhos regionais para ampliar a discussão com a comunidade médica.

Hoje as regras de telemedicina são regidas pela Resolução CFM nº 1.643/2002. A pandemia de Covid-19 no mundo todo, porém, trouxe o tema de volta à discussão e o CFM viu uma necessidade iminente de aprovar algumas práticas que serão fundamentais para agilizar e contribuir com o atendimento médico.

No dia 19 de março, o conselho enviou um documento ao ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, no qual permite,  que médicos realizem:

  • Teleorientação – encaminhamento de pacientes em isolamento;
  • Telemonitoramento – possibilita que, sob supervisão ou orientações médicas, sejam monitorados a distância parâmetros de saúde e/ou doença;
  • Teleinterconsulta – permite a troca de informações e opiniões exclusivamente entre médicos, para auxílio diagnóstico ou terapêutico.

As recomendações foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) no dia 23 de março através da portaria nº 467, que também estabelece:

(…) Art. 2o As ações de Telemedicina de interação à distância podem contemplar o atendimento pré-clínico, de suporte assistencial, de consulta, monitoramento e diagnóstico, por meio de tecnologia da informação e comunicação, no âmbito do SUS, bem como na saúde suplementar e privada.

Parágrafo único. O atendimento de que trata o caput deverá ser efetuado diretamente entre médicos e pacientes, por meio de tecnologia da informação e comunicação que garanta a integridade, segurança e o sigilo das informações.

Consulta online amplia a capacidade de atendimento

A consulta online também amplia a capacidade de atendimento, uma vez que médicos poderão  atender pacientes de qualquer localidade. Isso permitirá, por exemplo, que pneumologistas atendam pessoas que estiverem precisando de atendimento em áreas remotas ou onde há carência destes especialistas durante a pandemia da Covid-19.

Conclusão

A telemedicina é uma ferramenta muito importante para salvar vidas, principalmente no momento atual em que vive o mundo com a pandemia do novo coronavírus. A teleconsulta possibilita que médicos sigam realizando atendimento mesmo em casos que não forem urgência, respeitando a recomendação de líderes mundiais da saúde para manter o isolamento social.

O atendimento à distância é uma forma de proteger profissionais e pacientes, além de ampliar o acesso a especialistas, que poderão atender pessoas de todo o Brasil e, inclusive, que estejam em áreas de difícil acesso.

A teleorientação também é um aliado importante para todo o sistema de saúde, já que ajuda a desafogar os serviços de urgência e emergência em um período de saturação dos atendimentos.

Empresas que optarem pela contratação deste serviço não só estarão protegendo os seus colaboradores, como também ajudando a evitar um desfalque na capacidade de atendimento e produtiva por conta da contaminação do seu quadro de funcionários, que pode ocorrer em uma eventual demora nas orientações adequadas em caso de sintomas compatíveis com a Covid-19.

Para realizar a consulta online ou teleorientação, porém, é preciso se assegurar de que se está utilizando uma plataforma segura, com médicos experientes e qualificados para apoio, de forma a garantir também o armazenamento seguro das informações trocadas entre médico e paciente.

Fonte: https://portaltelemedicina.com.br/

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